Na série Pilares de Nammu, formas verticais emergem como pequenas estelas arqueológicas, marcadas por inscrições que reinterpretam a ancestralidade da escrita cuneiforme. As peças estabelecem um diálogo sensível entre luz, matéria e memória, apresentando superfícies texturizadas que evocam fragmentos do passado e estruturas de caráter ritualístico.